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Carla Chambel sonhava ser actriz. Contudo, durante alguns anos não aspirava mais do que o sonho. Para ela era importante aprender uma profissão, ou seja, tirar um curso, e por isso tinha decidido seguir Medicina Veterinária.

Um dia tudo mudou. Foi ver um espectáculo, conheceu os actores, soube que havia uma escola onde aprender a arte e assim tomou a sua decisão: “Quero estudar para ser actriz!”

Começou por frequentar um curso no Centro Cultural de Benfica dirigido pelo actor António Feio e antes de chegar ao primeiro patamar do seu sonho, o Conservatório, estreia-se como actriz em 1995 no acolhedor palco do Trindade pela mão de João Perry, em A DISPUTA de Marivaux com produção do Teatro Nacional D. Maria II.

Ingressa no mesmo ano na Escola Superior de Teatro e Cinema onde nos quatro anos seguintes estuda com mestres do panorama nacional.

Consolidando a sua carreira no teatro, Carla tem trabalhado tanto em projectos pontuais como em companhias portuguesas, tais como a Comuna Teatro de Pesquisa, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Meridional, Novo Grupo/Teatro Aberto, entre outras.

A partir de 1996 começa a fazer trabalhos pontuais em televisão, mas só em 2006 a sua imagem é projectada para o grande público com a série JURA e a novela VINGANÇA, ambas na Sic. Outras séries marcam o seu trabalho, nomeadamente as de cariz histórico, tais como QUANDO OS LOBOS UIVAM, para a RTP e ATÉ AMANHÂ CAMARADAS, para a Sic.

No Cinema, Carla tem trabalhado com diversos realizadores desde os mais conceituados aos mais jovens, sendo 98 OCTANAS de Fernando Lopes e AMÁLIA de Carlos Coelho da Silva os mais marcantes.

Durante 8 anos dirigiu um projecto sénior de teatro, na cidade da Amadora que a viu nascer.

Ainda lhe resta algum tempo para fazer locuções em publicidade, uma área que também abraça com igual paixão.